Não precisando de nada, Deus criou este mundo e o homem somente por seu excesso de bem-aventurança. Deu vida aos homens, adornou-os com sua imagem divina, e forneceu-lhes o livre arbítrio, para torná-los participantes de sua bem-aventurança. Quando as pessoas pecaram, Deus não as repudiou terminantemente com seu justo juízo, mas, com sua infinita misericórdia, foi benevolente ao desviá-las do caminho da perdição, devolvendo-lhes a vida eterna através de seu Único Filho. Com a personificação deste ideal de amor absoluto no Criador e no Salvador, o homem, por sua vez, deve perdoar e amar o seu próximo. Pois, na realidade - todos somos irmãos.
Em quatro parábolas, Jesus Cristo ensina-nos como devemos manifestar o amor às pessoas. Dentre elas estão: a parábola do Credor Incompassivo, do Bom Samaritano, do Rico e Lázaro, e do Mordomo Infiel. Com estas parábolas conclui-se que as obras misericordiosas podem ser muito variadas em sua manifestação exterior. Tudo o que fazemos de bom pelas outras pessoas refere-se à estas obras misericordiosas: o perdão às ofensas, a prestação de auxílio àqueles que sofrem, o consolo aos aflitos, um bom conselho, a oração pelos próximos, e várias outras atitudes. Não se pode julgar somente pelos indícios externos qual boa obra tem maior valor aos olhos de Deus. As boas obras não são avaliadas por indícios quantitativos, e sim por seu conteúdo espiritual, pela profundidade do amor e da força de vontade com as quais são realizadas pelo homem. A primeira e mais importante obra de misericórdia, mas longe de ser a mais fácil, vem a ser o perdão às ofensas. Jesus ensina-nos a perdoar os próximos na seguinte parábola.
sábado, 24 de janeiro de 2009
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